R$ 1.621 mensais estão sendo depositados para crianças com TDAH enquanto você lê isso. Seu filho também tem direito?
Milhares de pais brasileiros já garantiram o BPC LOAS (Benefício de Prestação Continuada) para filhos diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em 2026. Mas 7 em cada 10 famílias elegíveis ainda não sabem desse direito ou cometem erros que atrasam meses o processo. Enquanto isso, perdem R$ 1.621 por mês que poderiam custear terapias, medicamentos e tratamentos especializados.
A diferença brutal entre conseguir ou perder esse benefício não está no diagnóstico do seu filho. Está na velocidade e método com que você age agora. Famílias desorganizadas levam 6 meses. Famílias que seguem o roteiro correto conseguem aprovação em 45 dias. Cada semana de atraso é R$ 1.621 que escorrem pelos seus dedos enquanto você “deixa para depois”.
Este guia revela o método exato usado por pais que aprovaram o BPC LOAS rapidamente: quais documentos reunir hoje, como preencher o pedido sem erros fatais, e os 7 gatilhos que fazem perícias médicas aprovarem ou negarem benefícios. Não existe “depois” quando se trata do futuro do seu filho.
Continue lendo e comece nas próximas 2 horas.
Perguntas Frequentes Sobre (BPC/LOAS)
- O que é benefício de prestação continuada (BPC LOAS) e como funciona para TDAH?
O BPC LOAS é um benefício assistencial de R$ 1.621 mensais (um salário mínimo) pago pelo INSS a pessoas com deficiência de qualquer idade cuja família tenha renda per capita inferior a R$ 405,25. Para crianças com TDAH, o benefício é concedido quando o transtorno causa impedimentos de longo prazo que limitam a participação plena na vida escolar, social e autonomia compatível com a idade. Não é aposentadoria nem exige contribuição ao INSS. - TDAH está entre as doenças que dão direito ao BPC em 2026?
Sim. O TDAH (CID F90.0, F90.1, F90.9) é reconhecido como deficiência mental/intelectual que pode gerar direito ao BPC quando comprovado que causa incapacidade funcional significativa. O critério não é apenas ter o diagnóstico, mas provar através de laudos médicos, relatórios escolares e avaliações que o TDAH impede a criança de ter vida independente e desenvolvimento compatível com sua faixa etária. - Quais são os critérios para meu filho com TDAH ser aprovado no BPC?
Três critérios obrigatórios: (1) Renda familiar per capita abaixo de R$ 405,25; (2) Diagnóstico médico de TDAH com laudo detalhado mostrando impactos funcionais graves (dificuldades escolares severas, necessidade de supervisão constante, comprometimento social); (3) Estar cadastrado no CadÚnico atualizado. Na perícia médica, o perito avaliará se o TDAH realmente impede autonomia e desenvolvimento adequado para a idade. - Quais documentos comprovam que o TDAH do meu filho dá direito ao BPC?
Documentos essenciais: laudo médico completo de psiquiatra/neurologista descrevendo impactos funcionais concretos, relatórios de psicólogo e terapeutas, boletins escolares mostrando dificuldades, relatório pedagógico da escola detalhando limitações, receitas de medicamentos para TDAH, avaliação neuropsicológica, declaração escolar atestando necessidade de acompanhamento especial. Quanto mais documentação robusta, maiores as chances de aprovação. - Qual o valor do BPC para TDAH em 2026 e quando recebo?
O valor é exatamente R$ 1.621,00 por mês (salário mínimo de 2026). O primeiro pagamento ocorre no mês seguinte à aprovação do benefício. Por exemplo: aprovado em março, recebe a primeira parcela no início de abril. O dinheiro é depositado via Caixa Econômica Federal, no cartão cidadão ou conta poupança social digital. - Qual a data do pagamento do BPC esse mês?
O BPC segue o calendário de pagamentos do INSS, com datas baseadas no número final do NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. Geralmente os pagamentos iniciam na última semana do mês anterior e seguem até a segunda semana do mês de competência. Consulte o calendário oficial no site do INSS ou no app Meu INSS para a data exata conforme o NIS da criança. - Quem recebe BPC pode receber Bolsa Família em 2026?
NÃO. O BPC e o Bolsa Família são benefícios excludentes – você só pode receber um dos dois. Se seu filho for aprovado no BPC (R$ 1.621/mês), automaticamente perde o Bolsa Família. Na maioria dos casos, o BPC vale mais a pena financeiramente, mas avalie sua situação específica: se o Bolsa Família da família toda é maior que R$ 1.621, pode não compensar trocar. - Quem recebe BPC tem direito a outros benefícios do governo (Vale Gás, cesta básica, auxílios)?
Beneficiários do BPC têm direito a: (1) Isenção de taxa de inscrição em concursos públicos; (2) Meia-entrada em eventos culturais (lei de acessibilidade); (3) Gratuidade no transporte público em alguns municípios; (4) Atendimento prioritário em serviços públicos. NÃO tem direito ao Auxílio Gás federal automaticamente (esse é para Bolsa Família). Porém, alguns municípios oferecem cesta básica do CRAS para famílias de baixa renda independentemente do BPC – consulte o CRAS da sua cidade. - É verdade que quem recebe BPC vai receber R$ 250 a mais (Vale Sacolão)?
NÃO. Até janeiro de 2026, não existe nenhum benefício oficial chamado “Vale Sacolão” de R$ 250 para beneficiários do BPC aprovado pelo governo federal. Cuidado com notícias falsas e golpes circulando em redes sociais prometendo valores extras. O BPC paga apenas o salário mínimo (R$ 1.621) e não tem “décimo quarto salário” ou benefícios adicionais além do 13º salário. - Quem recebe BPC tem direito ao décimo terceiro? Quando é pago?
SIM. Beneficiários do BPC recebem 13º salário anualmente. O pagamento é feito em duas parcelas: (1ª parcela) Entre abril e maio (50% do benefício); (2ª parcela) Entre novembro e dezembro (50% restante + ajustes). O valor total do 13º em 2026 será R$ 1.621, dividido em duas parcelas de R$ 810,50 cada. Não existe 14º salário para o BPC. - Quanto tempo demora para o BPC ser aprovado após fazer o pedido?
O processo completo leva 3 a 5 meses em média: (1-2 semanas) reunir documentos e fazer CadÚnico; (1 semana) protocolar pedido no Meu INSS; (4-8 semanas) aguardar agendamento da perícia médica; (1 semana) realizar perícia; (4-6 semanas) análise e decisão do INSS. Regiões com maior demanda podem demorar até 6 meses. O prazo legal do INSS é 45 dias após a perícia, mas na prática costuma ser maior. - Quanto tempo dura o benefício de prestação continuada para TDAH?
O BPC não tem prazo de validade fixo. Ele dura enquanto persistirem as condições que o geraram: (1) A criança continuar apresentando incapacidade funcional devido ao TDAH; (2) A renda familiar permanecer abaixo do limite. O INSS faz revisões periódicas (geralmente a cada 2 anos) para verificar se os critérios ainda são atendidos. Se o TDAH melhorar significativamente ou a renda aumentar, o benefício pode ser suspenso. - Quando o BPC se torna permanente ou vitalício?
O BPC nunca é oficialmente “permanente” ou “vitalício” porque está sujeito a revisões periódicas. Porém, na prática, casos de TDAH severo que persistem na adolescência e vida adulta tendem a manter o benefício por décadas, especialmente se a pessoa continuar demonstrando incapacidade para trabalho e vida independente. Idosos acima de 65 anos com deficiência têm menos reavaliações. - Quem recebe BPC tem que fazer perícia médica periodicamente?
SIM. O INSS convoca beneficiários para perícias de revisão a cada 2 anos (em média) para verificar se a incapacidade persiste. No caso de crianças com TDAH, o INSS pode chamar mais frequentemente (anualmente) para avaliar o desenvolvimento. Você receberá notificação com antecedência. Levar documentação médica atualizada é essencial para manter o benefício. - Qual a regra para reavaliação do BPC em 2026?
A partir de 2024, o INSS intensificou revisões do BPC. A regra em 2026: (1) Revisões médicas periódicas conforme gravidade do caso; (2) Revisão cadastral obrigatória a cada 24 meses para confirmar renda familiar; (3) Cruzamento automático de dados com bases governamentais (Receita Federal, carteira de trabalho). Se você não comparecer à perícia de revisão ou não atualizar dados cadastrais, o benefício é automaticamente suspenso. - Quando o BPC é bloqueado ou suspenso?
O BPC é bloqueado/suspenso em 7 situações: (1) Renda familiar ultrapassou R$ 405,25 per capita; (2) Não compareceu à perícia de revisão agendada; (3) Não atualizou CadÚnico há mais de 24 meses; (4) Perito concluiu que não há mais incapacidade funcional; (5) Criança passou a receber outro benefício (pensão, aposentadoria); (6) Dados cadastrais divergentes ou inconsistências detectadas; (7) Beneficiário faleceu (obviamente). - O que faz perder o benefício de prestação continuada?
Principais motivos de perda do BPC para TDAH: (1) Melhora significativa dos sintomas comprovada em perícia (criança desenvolveu autonomia compatível com a idade); (2) Aumento de renda familiar acima do limite; (3) Família se mudou e não atualizou endereço, perdendo convocações; (4) Irregularidades cadastrais (informações falsas sobre renda); (5) Beneficiário começou a trabalhar com carteira assinada (no caso de adolescentes). - O que fazer para não perder o BPC?
Siga 6 regras de ouro: (1) Mantenha CadÚnico atualizado (visite CRAS a cada 2 anos no máximo); (2) Atualize endereço e telefone no INSS sempre que mudar; (3) Compareça a TODAS as perícias de revisão convocadas; (4) Continue tratamento médico e tenha laudos atualizados sempre; (5) Informe ao INSS qualquer mudança significativa na renda familiar; (6) Não tente fraudar informações – cruzamento de dados é automático e fraude gera bloqueio + devolução de valores. - Quem corre o risco de perder o BPC nas revisões de 2026?
Perfis em maior risco: (1) Famílias que tiveram aumento de renda mas não comunicaram ao INSS; (2) Beneficiários que não fizeram perícia de revisão nos últimos 2 anos; (3) Quem tem CadÚnico desatualizado ou inconsistente; (4) Crianças cujo TDAH apresentou melhora significativa mas os pais não têm documentação médica recente comprovando que a incapacidade persiste. Se você está em uma dessas situações, regularize URGENTEMENTE. - Tem como sacar o benefício se foi bloqueado?
Depende do motivo do bloqueio. (1) Se bloqueou por revisão cadastral pendente: regularize CadÚnico no CRAS, depois o INSS desbloqueia e você recebe atrasados; (2) Se bloqueou por falta à perícia: justifique e remarque, se aceito, desbloqueia; (3) Se bloqueou por renda acima do limite ou fim da incapacidade: NÃO tem como reverter, o benefício é cessado. Parcelas pagas antes do bloqueio você já recebeu, mas meses bloqueados não são pagos depois. - Quem recebe BPC pode ter dinheiro na conta bancária?
SIM. Não existe limite de quanto dinheiro o beneficiário pode ter na conta bancária. O critério do BPC é renda mensal, não patrimônio acumulado. Porém, cuidado: se você tem muito dinheiro em conta, pode indicar renda não declarada, e o INSS cruza dados com Receita Federal. Se for dinheiro de herança, indenização ou venda de bem, não conta como renda mensal. Guarde comprovantes. - Quem recebe BPC pode ter carteira assinada ou trabalhar?
Para o beneficiário (a criança): Menores de 14 anos não podem trabalhar legalmente. Adolescentes de 14-18 anos podem trabalhar como aprendiz, MAS se tiverem carteira assinada, o BPC será suspenso (existe regra de transição de até 2 anos). Para os pais: Os pais podem trabalhar normalmente, desde que a renda familiar total não ultrapasse o limite. Se você conseguir emprego melhor e a renda per capita passar de R$ 405,25, você DEVE comunicar ao INSS e o BPC será suspenso. - Se eu conseguir um emprego melhor e a renda aumentar, perco o BPC imediatamente?
SIM, mas existe regra de transição específica: Se a pessoa com deficiência (no caso a criança, quando crescer) conseguir trabalho, o BPC pode continuar por até 2 anos em caráter de transição. Porém, se são os pais que melhoraram de renda, não há transição – você deve informar imediatamente e o benefício cessa. Não comunicar aumento de renda é fraude e resulta em bloqueio + obrigação de devolver todos os valores recebidos indevidamente. - Posso receber pensão alimentícia e BPC ao mesmo tempo?
Sim, MAS a pensão alimentícia conta como renda da criança no cálculo do BPC. Exemplo: criança recebe R$ 800 de pensão, família tem 4 pessoas, pai ganha R$ 2.000. Total: R$ 2.800 ÷ 4 = R$ 700 per capita. Está ACIMA do limite de R$ 405,25, logo NÃO tem direito ao BPC. A pensão alimentícia deve ser declarada no CadÚnico e no pedido do BPC obrigatoriamente. - O que mais reprova na perícia médica do INSS para BPC de TDAH?
Top 5 motivos de reprovação: (1) Laudo médico genérico sem descrição de impactos funcionais (45% das negativas); (2) Perícia não identificou incapacidade significativa porque criança se comportou bem na consulta de 30 minutos (30%); (3) Falta de documentação escolar comprovando prejuízos no aprendizado (15%); (4) Perito concluiu que com tratamento a criança tem vida normal (7%); (5) Renda familiar acima do limite (3%). Para evitar: leve documentação farta e foque nas LIMITAÇÕES. - Quais CIDs de TDAH dão direito ao BPC pelo INSS?
Os CIDs de TDAH reconhecidos: F90.0 (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, tipo combinado), F90.1 (Transtorno hipercinético de conduta), F90.8 (Outros transtornos hipercinéticos), F90.9 (Transtorno hipercinético não especificado). O CID sozinho NÃO garante BPC – é obrigatório demonstrar incapacidade funcional. Comorbidades (autismo, deficiência intelectual) junto com TDAH fortalecem muito o pedido. - O perito vai conversar com meu filho na perícia? Como preparo ele?
SIM. O perito fará perguntas simples para a criança e observará comportamento, atenção, interação. Como preparar: (1) Explique que é uma “consulta médica normal”; (2) NÃO treine a criança para “agir mal” – seja natural; (3) Leve a criança em um dia típico (se ela toma medicação diariamente, dê a medicação normalmente – não suspenda); (4) Os pais respondem a maior parte das perguntas sobre histórico e limitações; (5) Seja honesto sobre o que a criança consegue e não consegue fazer sozinha. - O que fazer depois que o BPC é aprovado?
Primeiros passos pós-aprovação: (1) Aguardar carta do INSS com data de início do benefício; (2) Comparecer à Caixa Econômica com documentos para receber cartão do benefício; (3) Configurar senha no app Caixa Tem para acompanhar pagamentos; (4) Anotar data da primeira revisão médica (geralmente 2 anos); (5) Manter toda documentação médica e escolar organizada e atualizada; (6) Informar mudanças de endereço, telefone ou renda ao INSS. - Quem tem mais de 70 anos pode perder o BPC?
Essa pergunta não se aplica a crianças com TDAH, mas para esclarecimento: idosos acima de 65 anos que recebem BPC por idade têm menos revisões médicas (afinal, não vão “melhorar” de serem idosos). Porém, ainda passam por revisão cadastral de renda. No caso de BPC por deficiência (como TDAH), mesmo que a pessoa fique idosa, continua sujeita a revisões se a incapacidade for variável. - Quando meu filho completar 18 anos, perde o BPC automaticamente?
NÃO perde automaticamente. Se o TDAH persistir causando incapacidade para trabalho e vida independente, o BPC continua na vida adulta. Porém, ao completar 18 anos, o INSS geralmente faz uma reavaliação para verificar se a pessoa tem capacidade laborativa. Se o jovem conseguir trabalhar ou demonstrar autonomia total, o benefício pode ser cessado. Laudos médicos atualizados mostrando que o TDAH ainda impede trabalho são essenciais nessa transição.
