Compulsão Alimentar e Insônia: Como o Relora Pode Quebrar Esse Ciclo Vicioso

Você conhece bem esse roteiro: o dia foi estressante, você chega em casa exausto, e de repente surge aquela vontade incontrolável de atacar a geladeira. Não é fome de verdade — é algo mais forte, uma necessidade quase desesperada de comer. Doce, salgado, carboidrato, qualquer coisa que traga alívio imediato. Você come, sente culpa, promete que amanhã será diferente. Mas amanhã o ciclo se repete.

E quando finalmente vai dormir, mesmo esgotado, sua mente não desliga. Você deita e os pensamentos disparam. Rola na cama, olha o celular, tenta relaxar, mas o sono não vem. Quando finalmente consegue dormir, acorda no meio da noite ou levanta cansado como se não tivesse descansado nada.

Se isso parece a história da sua vida, saiba que esses dois problemas — a compulsão alimentar e a insônia — não são coincidência. Eles têm uma causa comum, e entender isso é o primeiro passo para quebrar o ciclo. Continue lendo e descubra como o Relora pode ser a chave para recuperar o controle sobre sua alimentação e seu sono.

O Vilão Por Trás da Compulsão e da Insônia: Cortisol

Pode parecer estranho que comer demais e dormir mal tenham a mesma causa, mas a biologia explica tudo. No centro desses dois problemas está um hormônio chamado cortisol — o famoso “hormônio do estresse”.

Quando você vive sob estresse constante, seu corpo produz cortisol em excesso. E o cortisol elevado mexe com dois sistemas cruciais do seu organismo: o sistema de recompensa alimentar e o ciclo do sono.

No caso da alimentação, o cortisol alto aumenta os níveis de grelina (hormônio da fome) e diminui a leptina (hormônio da saciedade). Resultado: você sente mais fome do que deveria, especialmente por alimentos ricos em açúcar e gordura. Não é falta de força de vontade — é seu corpo buscando uma forma rápida de se sentir melhor. Comer libera dopamina, o neurotransmissor do prazer, e por alguns minutos você tem alívio. Depois vem a culpa, mais estresse, mais cortisol, mais compulsão.

No caso do sono, o cortisol deveria seguir um ritmo natural: alto pela manhã (para te acordar) e baixo à noite (para te deixar dormir). Mas quando você está cronicamente estressado, esse ritmo se desregula. O cortisol permanece elevado justamente quando deveria estar no mínimo, mantendo seu corpo em estado de alerta na hora de descansar. Resultado: insônia, sono fragmentado, noites em claro.

E aqui está o problema: dormir mal aumenta ainda mais o cortisol no dia seguinte, o que piora a compulsão alimentar, que gera mais culpa e estresse, que piora ainda mais o sono. É um ciclo vicioso que se autoalimenta.

Você Come Por Fome ou Por Estresse?

Existe uma diferença importante entre fome física e fome emocional. A fome física aparece gradualmente, pode ser satisfeita com qualquer alimento, e quando você come, a sensação de saciedade vem naturalmente. Já a fome emocional é diferente.

A fome emocional aparece de repente, geralmente após situações estressantes. Ela pede alimentos específicos — quase sempre doces, carboidratos refinados ou comidas gordurosas. Quando você come por fome emocional, a saciedade não vem; você pode comer muito além do necessário e ainda sentir que precisa de mais. E depois vem a culpa, a frustração, a promessa de que “amanhã eu controlo”.

Se você se identificou com a fome emocional, seu corpo está usando comida como regulador de estresse. É uma tentativa de acalmar o sistema nervoso através da dopamina liberada pelos alimentos. O problema é que esse alívio é momentâneo, e as consequências — ganho de peso, culpa, mais estresse — perpetuam o ciclo.

A boa notícia é que, ao regular o cortisol, você pode desativar esse gatilho. Quando o hormônio do estresse está equilibrado, a compulsão alimentar emocional diminui drasticamente.

FAQ – PERGUNTAS FREQUENTES

1. O que o Relora faz no corpo?

O Relora atua em duas frentes principais no corpo. Primeiro, ele regula o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal), que controla a produção de cortisol — o hormônio do estresse. Ao equilibrar esse sistema, o Relora normaliza os níveis de cortisol, reduzindo seus efeitos negativos como compulsão alimentar, insônia e acúmulo de gordura abdominal. Segundo, o honokiol presente no Relora se liga aos receptores GABA no cérebro, promovendo relaxamento e calma sem causar sedação. Essa ação dupla quebra o ciclo vicioso de estresse-compulsão-insônia que afeta tantas pessoas.

2. Qual é o mecanismo de ação do Relora®?

O Relora® age por dois mecanismos complementares. O primeiro é a modulação do eixo HPA: ele ajuda a restabelecer o equilíbrio do sistema hipotálamo-hipófise-adrenal, reduzindo a produção excessiva de cortisol em até 18% após 4 semanas de uso. O segundo mecanismo é a ação nos receptores GABA: o honokiol (da Magnolia officinalis) se liga aos receptores GABA-A no sistema nervoso central, produzindo efeito ansiolítico semelhante aos benzodiazepínicos, porém sem causar sedação, dependência ou prejuízo cognitivo. A berberina (do Phellodendron amurense) complementa com efeitos calmantes e modulação hormonal.

3. Como age o Relora?

O Relora age naturalmente regulando os sistemas de estresse do corpo. Ele normaliza a produção de cortisol pelo eixo HPA, impedindo que o hormônio do estresse permaneça cronicamente elevado. Simultaneamente, seus compostos ativos (honokiol e magnolol) estimulam os receptores GABA no cérebro, promovendo sensação de calma sem sonolência. Essa combinação reduz a ansiedade, diminui a compulsão alimentar emocional, melhora a qualidade do sono e ajuda o corpo a sair do modo de “alerta constante”. Os efeitos começam a ser percebidos em 2-3 semanas, com resultados consolidados após 4 semanas.

4. Quais são os efeitos colaterais do Relora?

O Relora é geralmente bem tolerado e apresenta poucos efeitos colaterais. Os mais relatados são leves e transitórios: sonolência leve (especialmente no início, pode até ser benéfica para quem tem insônia), tontura ocasional, leve desconforto gastrointestinal, e dor de cabeça esporádica. Esses sintomas tendem a desaparecer conforme o corpo se adapta, geralmente em poucos dias. Diferente de ansiolíticos farmacêuticos, o Relora não causa dependência, não prejudica a memória e não provoca “ressaca”. Se ocorrer qualquer reação incomum ou persistente, reduza a dose ou suspenda o uso e consulte um profissional.

5. Quais os efeitos colaterais mais comuns?

Os efeitos colaterais mais comuns do Relora, embora raros, incluem: sonolência leve (relatada por algumas pessoas, especialmente nas primeiras doses), leve tontura (geralmente passa em poucos dias), desconforto estomacal leve (minimizado tomando com alimento), e ocasionalmente dor de cabeça. A maioria das pessoas não experimenta nenhum efeito colateral significativo. Comparado a medicamentos ansiolíticos ou para compulsão alimentar, o perfil de segurança do Relora é muito favorável. Se os efeitos persistirem além da primeira semana, considere reduzir a dosagem ou consultar um profissional de saúde.

6. Quando começam os efeitos colaterais?

Se houver efeitos colaterais do Relora, eles geralmente aparecem nas primeiras doses ou nos primeiros 2-3 dias de uso. Os mais comuns, como leve sonolência ou tontura, tendem a ser transitórios — o corpo se adapta e eles desaparecem em 3-7 dias. Se você experimentar qualquer desconforto, pode tentar reduzir a dose temporariamente e aumentar gradualmente. Se os efeitos colaterais forem intensos ou persistirem além de uma semana, suspenda o uso e consulte um profissional. A maioria absoluta das pessoas tolera muito bem o Relora sem qualquer efeito adverso.

7. O que fazer se tiver efeitos colaterais?

Se você tiver efeitos colaterais com o Relora: primeiro, avalie a intensidade — se forem leves (sonolência, leve tontura), considere continuar por mais alguns dias, pois geralmente passam conforme o corpo se adapta. Segundo, reduza a dose temporariamente (ex: de 300mg para 250mg, ou de 3x para 2x ao dia) e aumente gradualmente. Terceiro, tome com alimento se houver desconforto estomacal. Quarto, ajuste o horário — se causar sonolência, tome mais tarde; se causar energia, tome mais cedo. Se os efeitos forem intensos, persistentes ou preocupantes, suspenda o uso e consulte um médico ou farmacêutico.

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